Avaliação da influência de diferentes ciclos de revenimento na tenacidade ao impacto do aço DIN 1.2767
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Title:
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Avaliação da influência de diferentes ciclos de revenimento na tenacidade ao impacto do aço DIN 1.2767 |
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Author:
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Santos, Anderson dos
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Abstract:
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A constante busca por materiais com alto desempenho em aplicações específicas impulsiona a pesquisa por tratamentos térmicos que extraiam as melhores propriedades mecânicas que o material possa oferecer. Nesse sentido, se enquadram os aços ferramenta, amplamente utilizados na indústria nos mais diversos campos de aplicação. Para esses aços são exigidas, em geral, elevada dureza e tenacidade, obtidas por tratamentos de têmpera seguidos de revenimento. O principal objetivo do revenimento é melhorar a tenacidade e aliviar as tensões do componente temperado, logo, as variáveis tempo e temperatura devem ser selecionadas cuidadosamente a fim de se obter a combinação desejada entre resistência e tenacidade. Os parâmetros dos processamentos térmicos são definidos em função do tipo do aço, mas em alguns casos, as temperaturas de revenido podem fragilizar o metal, inviabilizando sua aplicação. Essa fragilização é conhecida como fragilização ao revenido, sendo apenas perceptível em ensaios de impacto, não sendo verificada em avaliações de dureza. Além da temperatura, outro fator importante é a quantidade de ciclos de revenimento aos quais o aço será submetido, necessários para completar transformações de fase associadas ao processo, mas que não devem ser excessivas para que não haja desperdício de tempo e insumos sem ganhos significativos das propriedades desejadas. Neste contexto, a proposta deste estudo foi avaliar a influência de diferentes ciclos de revenido na tenacidade ao impacto do aço DIN 1.2767, usualmente empregado como ferramentas para trabalho a frio. Assim, grupos de corpos de prova foram submetidos a diferentes temperaturas e números de ciclos de revenimento. Para caracterização destes grupos realizou-se ensaios de dureza e impacto. Constatou-se que nos grupos em que houve ciclo de revenimento à 250ºC ocorreu fragilização, mesmo a dureza sendo inferior aos grupos tratados somente à 150ºC. Não foi observada variação significativa na absorção de energia nos grupos revenidos à 150ºC, identificando ciclos de revenimento desnecessários. |
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URI:
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https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2436
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Date:
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2017 |
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