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O artigo objetiva analisar e refletir sobre as experiências da autora, como profissional de apoio de alunos público-alvo da educação especial, e responder a questão: quais as contribuições que a experiência como profissional de apoio de alunos público-alvo pode trazer para a compreensão sobre a educação especial? Trata-se de uma narrativa autobiográfica, baseada na Psicologia Cultural, que utilizará memórias para dialogar com pesquisadores da educação especial. A Psicologia Cultural, compreende o ser humano como um sujeito construído em suas relações. Através da leitura biográfica como ferramenta metodológica, a Psicologia Cultural possibilita reinterpretar experiências e produzir novos entendimentos sobre o “eu” em relação ao mundo. A análise reflete e analisa, a partir de cinco cenas autobiográficas da autora, a função do profissional de apoio, a inclusão na escola, a relação profissional de apoio e aluno, os encontros na inclusão e a intencionalidade no processo de ensino aprendizagem. Evidencia-se, desta maneira, as problemáticas para tornar a inclusão uma realidade que contemple e acolha a subjetividade de cada aluno em uma construção coletiva dentro da sala de aula. Ao explorar as relações práticas dessa narrativa evidencia-se que o ideal da inclusão é o que deseja-se para todos os alunos, o direito à diferença sem segregação em uma nova ética na estrutura de uma nova escola, que considera as necessidades de todos os alunos e é estruturada para responder essas necessidades. |
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