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Este artigo apresenta uma breve contextualização do cenário das desigualdades sociais e suas relações com as esferas educacionais e, a partir dessas, reflete acerca de teorias e práticas que podem ser tomadas no sentido de tornarem a sociedade mais igualitária. Desta forma, a presente pesquisa bibliográfica, de natureza qualitative e objetivos exploratórios, tem como contribuições Paulo Freire e Pierre Bourdieu e, a partir destes, propõe a Pedagogia Social como ferramenta de enfrentamento às desigualdades sociais. Para tanto, buscou-se aporte teórico em Campos (2023), Monteiro et. al (2020), Alves, Oliveira e Sousa (2021), Lakatos e Marconi (2003), Godoy (1995), OXFAM Brasil (2021), Souza (2019), Ribeiro (2011), Cruz (2022), Setton (2010), Bourdieu (1971; 1978; 1994; 2011 e 2012), Freire (1987; 1996 e 2000), Albuquerque (2020), Brum (2014), Wegner (2008), Petrus (1997) e Graciani (2006; 2009). Através do estudo foi possível compreender a Pedagogia Social como um conceito e uma prática que se refere mais notadamente à intervenções na sociedade e a criação de espaços educacionais nos quais os indivíduos que encontram-se em alguma situação de vulnerabilidade, especialmente os oprimidos, tenham a oportunidade de refletir criticamente sobre suas condições sociais e desenvolver a consciência de si mesmos como agentes de transformação social. Para além disso, confirmou-se o potencial da Pedagogia Social como ferramenta aliada no enfrentamento das desigualdades sociais, de modo a contribuir ainda mais na luta por uma sociedade justa, crítica e igualitária. |
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