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"Isso é da cultura" - pacto da branquitude e fragilidade branca: cartas para o letramento racial

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dc.contributor.advisor Severo, Renata Trindade pt_BR
dc.contributor.author Machado, Catarina de Fatima pt_BR
dc.date.accessioned 2025-09-29T11:53:01Z pt_BR
dc.date.available 2025-09-29T11:53:01Z pt_BR
dc.date.issued 2025 pt_BR
dc.identifier.uri https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2367 pt_BR
dc.description.abstract Este trabalho, organizado em formato de cartas, nasce da minha experiência como professora em uma escola pública da Região Metropolitana de Porto Alegre e parte de conflitos vividos com uma ex-colega para refletir criticamente sobre o racismo presente no cotidiano escolar. A partir de episódios concretos e incômodos, como o uso da expressão “nega maluca”, mobilizo referenciais teóricos de estudiosos como Carlos Moore, Cida Bento, Frantz Fanon, Grada Kilomba, Kabengele Munanga, Lia Vainer Schucman, Michel Foucault, Ramón Grosfoguel, Robin DiAngelo e Silvio Almeida para pensar como estruturas e práticas naturalizadas perpetuam exclusões. Entrelaçando vivência e teoria, a escrita busca compreender como o silêncio, o privilégio e a ideia de neutralidade operam no interior das relações institucionais. Ao revisitar esses acontecimentos sob novas lentes, o trabalho se propõe como um exercício de escuta, posicionamento ético e início de um processo contínuo de letramento racial voltado à construção de uma educação pública comprometida com a justiça e a equidade. Ainda que de forma indireta, a reflexão também se volta ao papel das pessoas brancas na luta antirracista, convidando à responsabilidade e ao engajamento consciente frente às desigualdades raciais. pt_BR
dc.description.abstract Este trabajo, organizado en forma de cartas, nace de mi experiencia como profesora en una escuela pública de la Región Metropolitana de Porto Alegre y parte de conflictos vividos con una antigua colega para reflexionar críticamente sobre el racismo presente en el cotidiano escolar. A partir de episodios concretos e incómodos, como el uso de la expresión «nega maluca» (1), utilizo referencias teóricas de estudiosos como Carlos Moore, Cida Bento, Frantz Fanon, Grada Kilomba, Kabengele Munanga, Lia Vainer Schucman, Michel Foucault, Ramón Grosfoguel, Robin DiAngelo y Silvio Almeida para reflexionar sobre cómo las estructuras y prácticas naturalizadas perpetúan las exclusiones. Entrelazando experiencia y teoría, el escrito trata de entender cómo el silencio, el privilegio y la idea de neutralidad operan dentro de las relaciones institucionales. Al mirar de nuevo estos eventos con una nueva perspectiva, el trabajo busca ser una oportunidad para escuchar, tomar una postura ética y comenzar un proceso continuo de alfabetización racial. Esto tiene como objetivo construir una educación pública que esté comprometida con la justicia y la equidad. Aunque indirectamente, la reflexión también se dirige al papel de los blancos en la lucha antirracista, invitando a la responsabilidad y al compromiso consciente frente a las desigualdades raciales. es
dc.format.mimetype application/pdf pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.rights Open Access pt_BR
dc.subject Racismo pt_BR
dc.subject Letramento racial pt_BR
dc.subject Branquitude pt_BR
dc.title "Isso é da cultura" - pacto da branquitude e fragilidade branca: cartas para o letramento racial pt_BR
dc.type Trabalho de Conclusão de Curso pt_BR
dc.degree.grantor Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul pt_BR
dc.degree.level Especialização pt_BR
dc.degree.date 2025 pt_BR
dc.degree.local Canoas, BR-RS pt_BR
dc.degree.department Campus Canoas pt_BR
dc.degree.specialization Especialização em Linguagens Contemporâneas e Ensino pt_BR


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