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Avaliação da cinza de casca de arroz na remoção de corante violeta cristal em meio aquoso empregando a técnica de adsorção

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dc.contributor.advisor Fré, Nicéia Chies da pt_BR
dc.contributor.author Maletz, Maria Eduarda Escher pt_BR
dc.date.accessioned 2025-10-03T17:06:22Z pt_BR
dc.date.available 2025-10-03T17:06:22Z pt_BR
dc.date.issued 2024 pt_BR
dc.identifier.uri https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/handle/123456789/2376 pt_BR
dc.description.abstract A utilização de resíduos agroindustriais como possíveis biossorventes surge da necessidade de encontrar materiais de baixo custo e abundantes, que possam substituir adsorventes convencionais com alto valor agregado, como o carvão ativado, e ainda gerar o reaproveitamento de um possível resíduo. O tratamento de efluentes contendo corantes já foi estudado utilizando, entre outros, palha de trigo, casca de arroz e folhas de oliveira, apresentando resultados interessantes. O Brasil é um forte produtor agrícola, sendo o Rio Grande do Sul o responsável pela maior produtividade de arroz em território nacional, o que resulta em uma grande quantidade de resíduos gerados. Desta forma, o presente trabalho tem por objetivo a avaliação da cinza residual da queima de casca de arroz, em forno de grelha para geração de energia, como possível material adsorvente na remoção de corante violeta cristal em meio aquoso. Este estudo buscou as condições otimizadas de tempo de contato e temperatura, onde foi utilizado a metodologia de planejamento composto central rotacional e também, a isoterma que melhor representa o processo, para o qual os dados foram ajustados aos modelos linear, de Langmuir e de Freundlich, em duas condições, filtração imediata e decantação por 48 h. A partir dos ensaios, obteve-se as superfícies de resposta, que resultaram nas condições 20 °C e 15 min como as mais favoráveis para a reação. O equilíbrio de adsorção foi melhor representado pelo modelo de isoterma de Freundlich, onde foi obtido coeficiente de determinação (R2) de 0,9130 e 0,9314 para a solução filtrada e decantada, respectivamente. Em teste final, realizado nas condições otimizadas encontradas e mantido sob decantação por 168 h, atingiu-se percentual de remoção de 85,23%, utilizando 1,8 e 2,0 g de adsorvente, indicando que a dosagem de CCA não influência na remoção do corante. Assim, conclui-se que a cinza de casca de arroz possui potencial efetivo de aplicação como biossorvente de baixo custo para remoção de corante violeta cristal, não sendo necessário tratamento prévio de ativação para atingir percentuais atraentes de remoção, além de possibilitar a agregação de valor a um resíduo, utilizando-o como nova matéria-prima. pt_BR
dc.format.mimetype application/pdf pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.rights Open Access en
dc.subject Engenharia química pt_BR
dc.title Avaliação da cinza de casca de arroz na remoção de corante violeta cristal em meio aquoso empregando a técnica de adsorção pt_BR
dc.type Trabalho de conclusão de graduação pt_BR
dc.degree.grantor Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul pt_BR
dc.degree.level Graduação pt_BR
dc.degree.date 2024 pt_BR
dc.degree.local Feliz, BR-RS pt_BR
dc.degree.graduation Bacharelado em Engenharia Química pt_BR
dc.degree.department Campus Feliz pt_BR


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